O site da Yoga Sónia Andrade faz uso de Cookies de modo a que possa ter a melhor experiência de utilização de todas as suas funcionalidades, não recolhendo informação pessoal. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.
Yoga, Ayurveda, Rebirthing, Meditação,
Dança Terapia e Estilo de Vida Saudável

Amor Compositor - Palavras que Bailam

 

A arte e autoconhecimento de mãos dadas para expressar e comunicar a essencialidade da vida humana! A poesia, a dança, o canto, a música, a composição, a dar voz ao coração!

O Amor Compositor é um projeto artístico cuja missão é transmitir mensagens relacionadas com a essência humana e a vida quotidiana, usando a arte como ferramenta de expressão e comunicação.

Dotado de diversidade musical, dança, canto, poesia, convida as pessoas a uma experiência onde prevalece a leveza, simplicidade, espontaneidade, amorosidade de Ser e Estar.

O Amor Compositor tem as suas raízes no estudo do yoga e pretende chegar ao âmago dos corações, convidando à contemplação, reflexão.

Desejamos inspirar, contribuir, comunicar e servir.

O nosso desafio é a publicação de 200 CD´s + Livro + 1 Espetáculo ao Vivo em teatro, onde estaremos a contar a história de amor que habita todos nós.

Ele é desde já belo e será um prazer partilhá-lo com cada um de vós!

 

Com amor,
Sónia Andrade

 

Vídeos

Testemunho de Fernando Alhau

Compositor; aquele que compõe. Numa interpretação um pouco mais livre caberá igualmente aquele(a) que repara, aquele(a) que conserta, aquele(a) que harmoniza.

Creio não andar muito longe da verdade se entender o “Amor Compositor” como consequência de uma primeira necessidade de reparação pessoal da sua criadora, que a partir daí evolui para um objecto de criação artística e agora se nos oferece e revela ela própria, limpa e sem rede numa produção sensível e emocional que, para além da sua índole conceptual e estética, nos transporta e convida a uma atitude de recolhimento interior e reflexão. Quanto mais não fosse, por esse acto de coragem só ao alcance de alguns, obrigado!

Alicerçada na(s) palavra(s), a história que se compõe de pequenas outras histórias, é-nos contada também visualmente numa relação harmoniosa entre música, dança e representação, o que lhe confere, desde logo, maior abrangência e simultaneamente maior unidade e solidez. Esta feliz conjugação eleva a realização a uma dimensão maior e permite-lhe chegar mais longe e de forma mais profunda a todos nós destinatários e espectadores.

Merecer-me-ão sempre um profundo respeito todos os que se questionam individualmente e decidem correr riscos na procura do que os completa e realiza. Mais ainda quando esse processo se alimenta de ideais de partilha e agregação e parte do eu para o nós, do individual para o colectivo, com o reconhecimento explícito de que todos são importantes, o que facilmente emana da obra “Palavras que Bailam”. Ao mesmo tempo que encontramos a sua total disponibilidade para o outro, a Sónia não deixa de humildemente dar destaque às suas próprias fragilidades e apelar à mão/mãos que suportam e resgatam e precisamos ter à nossa espera, sejam elas quais forem para cada um de nós.

Se só a escrita e o que através dela se pode expor e transmitir já constitui um desafio de dificuldade acrescida, muito mais exigente e digna de realce se torna a tarefa quando se aceita conceber e estar presente na primeira pessoa em áreas artísticas tão distintas como as que a Sónia assume também no palco. Aqui a qualificação de amador(a) ganha o seu maior qualificativo: aquela que ama.

Porque indispensáveis ao resultado final e suporte à qualidade exibida, uma muito merecida palavra de apreço e reconhecimento a todos os envolvidos, como músicos, bailarinos e restantes intervenientes mais e menos visíveis, com um especial destaque para a bonita “Flor de Jasmim”.

Muito atento ao que se desenrolava em palco, também não deixei de ter a percepção da reacção entusiasta e emocionada da plateia à medida que os diferentes segmentos foram sendo apresentados, claramente demonstrativa de que a mensagem passou, e quando assim é vale a pena.

Quando quotidianamente somos confrontados com tanta artificialidade à nossa volta, obrigado pela autenticidade, pelos afectos e pelo exemplo.

 

Sónia, já estamos à espera do próximo!

Fernando Alhau

Testemunho de João Reis

Ao assistir ao espetáculo Amor Compositor senti uma pluralidade de sensações dúbias e incertas: por um lado, deparei com uma representação cheia de ritmo, com música e dança que tanto me excitavam como me enterneciam. Os cantos da Sónia e a harmonia das dançarinas empolgaram-me; a cena em que mãe e filha contracenaram é de uma pureza e magia comovente.

A sensualidade das danças e a melodia das canções agradaram-me bastante, mas o que mais me tocou foram os poemas cantados e dançados. Não sei bem explicar, mas os poemas desafiaram-me a deixar cair a máscara. Senti um incómodo convite para ser corajoso e deixar cair o “durão” que habita em mim, substituindo a arrogância e a prepotência que falsamente me fortalece pela simplicidade e disponibilidade que verdadeiramente enaltece. Não sei também porquê, mas, a determinada altura, dei por mim a pensar que usar o nosso corpo como mero instrumento de adorno, como uma montra resplandecente mas balofa, só pode realizar consciências fugazes e inconsistentes. Urge tirar a máscara que todos nós usamos. Os “castelos” e “templos” que construímos na vida são ilusões que escondem e adormecem os nossos sentimentos mais íntimos e nos alienam. Tudo para não pensarmos nas nossas próprias fraquezas. São feitiços para, como se diz numa canção, “não nos parecermos connosco quando estamos sós”. Decorre dos poemas um apelo para viajar para o interior de nós mesmos, para nos assumirmos como somos. Talvez a emancipação e a libertação de cada um de nós passe por aqui. Não sei ...

O Amor Compositor faz-nos pensar e crescer. Gostei muito.

 

Parabéns à autora.

João Reis

Amor Compositor - Apresentação

1 - Caído no Chão

Que és todo tesouro por detrás dessa armadura
Deixa essas roupas velhas caírem no chão
Tampouco temas a dor da desilusão
Que te revela a fonte de toda a criação…

2 - O Templo

Deixai-o sair da clausura, da ignorância, da escravidão, do desprezo, da escuridão...
Deixai-o bailar sem pudor...
Deixai-o aberto para reconhecer a dor...
Pegai-o pela mão e conceda-lhe a dança do coração...

3 - Gritos do Castelo

Vivemos a construir os nossos pequenos castelos...
A retocar cada pedaço de estrutura caída…

4 - O Durão

Deixa-me ver-te chorar
Não precisas disfarçar
Deixa-me ver-te quebrar
Não precisas justificar
Em silêncio, ao teu lado vou ficar
Só para te apreciar

Teatro Loucomotiva - Entrevista

O Amor Compositor Entrevista é uma série de vídeos que apresentam os parceiros do Amor Compositor e as suas visões relativamente ao projecto, iniciativa e experiência.
A primeira participação e parceiro é o Teatro Loucomotiva.

José Rebola - Entrevista

O Amor Compositor Entrevista é uma rubrica que pretende apresentar os parceiros e co produtores do primeiro trabalho " Palavras que Bailam " e partilhar convosco como foi a experiência para cada um.

Escola de Dança Arte e Corpo - Entrevista

A nossa rubrica continua e este é o terceiro vídeo onde entrevistamos a Alice Cruz, diretora da Escola de Dança Arte e Corpo.
Ela vai contar-nos como viveu a aventura do " Palavras que Bailam ", qual o seu ponto de vista relativamente à arte e o que representa para si Paixão.
Venham daí :)